segunda-feira, 24 de junho de 2013

Richard Gere

Dois domingos seguidos a ver filmes com este senhor antes de ir dormir é demais para uma mulher só.
Os olhinhos semi-cerrados, o cabelo grisalho, o ar de quem está sempre sério e aquele charme... Vou dormir consolada das vistas!


P.S. - Se acordar a meio da noite, terei uma visão ainda mais bonita, é claro! Sou uma mulher de sorte... ;)


sábado, 22 de junho de 2013

Nunca julguem um livro pela capa

Apanhei este vídeo hoje no Facebook.
Vejam. Por favor, vejam!



É da boca do povo que se ouve quais são as verdadeiras necessidades de um Estado. Portugal também não precisava daqueles estádios todos em 2004 e a verdade é que foram construídos. Se não tivessem gasto aquele dinheiro, se calhar o Governo (não necessariamente o actual; isto começou com o anterior - é uma herança envenenada) não tinha tido necessidade de fazer os cortes que fez. O facto é que, 9 anos depois, e umas quantas asneiras seguidas, temos muitos portugueses a passar fome. O que é absolutamente vergonhoso quando temos acesso aos valores que ganham os elementos da classe política.Têm razão aqueles que dizem que o português não levanta o cú da cama para ir lutar pelo que é seu (mas a verdade é que, quando o faz, leva porrada da bófia à moda dos regimes totalitaristas). O que me faz imensa confusão. Quando é que isso começou a ser assim? Um país que descobriu meio mundo; que foi dono de metade desse mesmo mundo enquanto a Espanha detinha a outra metade; um país que teve tantas colónias; um país que conseguiu matar o rei e seu herdeiro e assim implantar a República em 1910; um país que com a revolução militar de 1974 depôs o Governo e pôs fim à ditadura. Onde está esse espírito português? Foi-se, como D. Sebastião? Não me apetece nada ficar à espera que regresse por entre a neblina no seu lindo cavalo branco...


sexta-feira, 21 de junho de 2013

Solstício de Verão


Hoje celebramos o 1º dia do Verão. Por aqui está um dia lindo! E uma pessoa fechada no escritório... 
Pelo menos já pus as patinhas de fora - com sandálias e não apenas peep-toes (embora a pedicure consista apenas numas unhas limadas e limpinhas, ainda sem cor).

Hoje de manhã quando li a palavra "solstício"na página do Google, lembrei-me imediatamente dos Maias e da minha viagem ao México. Um dos sítios onde não podíamos ter deixado de ir era, obviamente, às pirâmides de Chichén-Itzá. Devo confessar que toda eu transpirava, o sol estava fortíssimo naquele dia e até tive que usar uma écharpe muito fininha para tapar os ombros, que, embora com protector 50, teimavam em permanecer VERMELHOS. E pingava de suor, pingava...


Ficheiro:Chichen-Itza El Castillo.jpg


A Riviera Maya é linda, mas este sítio em particular fascinou-me. Se calhar pela minha paixão por História. Para ajudar à festa o nosso guia era fantástico. Mexicano (descendente de aztecas), tinha vivido muitos anos no Brasil e tinha, por isso, uma mistura de sotaques deliciosa. E era, sem dúvida, o melhor contador de histórias que alguma  vez conheci.

Tenho lá em casa uma filmagem do Agostinho (era o guia) a contar a história do templo de Kukulcán e da sua ligação com o sol. O homem fez contas de cabeça com aqueles degraus e as cabeças das serpentes que nós só abríamos a boca para dizer "Ohhhhhh!". Às tantas, qual professor de Matemática, já nos fazia as perguntas e nós respondíamos com os números certinhos.
Como é óbvio, já não consigo reproduzir um terço do que ele explicou, mas lembro-me dos seguintes números: 4, 9, 11, 21 (têm a ver com faces, degraus e colunas), 365 (dias no ano), 280 (número de dias de uma gestação humana)... Estava tudo inter-ligado de uma forma que vocês nem imaginam!

Bati palmas a 1 km de distância e ouvi o eco delas ressoar por 4 vezes (uma por cada face da pirâmide).
De uma coisa tenho a certeza: os Mais eram mais inteligentes que os cientistas da NASA!

Para quem tem curiosidade, pode fazer uma visitinha à Wikipédia, que foi de onde tirei a seguinte informação. Acho que dá para perceber pelo menos alguma coisinha...
Aqui fica:



Templo de Kukulcán  - O seu desenho tem uma forma geométrica piramidal, conta com nove níveis ou patamares, quatro fachadas principais cada uma com uma escadaria central, e um patamar superior terminado por um templo. Nesta construção rendeu culto ao deusmaia Kukulcán ("Serpente Emplumada" na língua maia). Conta também com motivos que simbolizam os números mais importantes utilizados no calendário Haab (calendário solar agrícola), o calendário Tzolkin (calendário sagrado) e a roda calendárica. Cada uma das suas faces alinha-se com um dos pontos cardeais.

O alinhamento da construção da pirâmide permite observar diversos fenómenos de luz e sombra, os quais ocorrem cada ano no seu próprio corpo durante os equinócios e solstícios. Assim, as grandes esculturas de serpentes emplumadas, que guarnecem a escadaria Norte, devido à forma como as suas sombras se projetam, parecem mover-se durante os equinócios da primavera e do outono.


O templo de Kukulcán conta com quatro escadarias, cada uma delas tem 91 degraus, desta forma somam 364, que somadas ao patamar do topo, comum às quatro escadas, dá um total 365 unidades que representam os dias do Haab.


Assim, e de acordo com calendários utilizados pelos maias, pode-se deduzir que a pirâmide não somente está dedicada ao deus Kukulcán, mas também observa a conta do tempo dando particular relevância aos seus ciclos.



Eu e maridão junto a uma das pirâmide de Chichén-Itzá.



Aqui a je no topo da mesma.


Maridão (cheio de vertigens) preferiu ficar no chão e posou junto ao Templo de Kukulcán. Aqui parece uma pirâmide pequenina, mas é gigantesca!



quinta-feira, 20 de junho de 2013

Lembram-se deste post?





Leiam lá os comentários, sff.
Eu PRECISO encontrar aqueles dois anúncios porque senão dou em maluca!
O da senhora do esquentador e o da mascotezinha com as cornucópias.

Apelo à blogosfera (ou às poucas almas gentis que me lêem) para que, se os encontrarem, me informem!!!


Eternamente agradecida,

Carlinha, a saudosista.


É a minha cara! II

Uma amiga deixou isto ontem no meu mural do Facebook:


Sou assim tão transparente? ;)


quarta-feira, 19 de junho de 2013

35 anos

São quantos celebra hoje o meu alter-ego.

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Parabéns, Garfield! 
Eu não gosto de gatos, mas sabes que és especial.... ;) 


segunda-feira, 17 de junho de 2013

Vá... esta não foi das piores!

E tomei o meu primeiro café em meses!
Será que logo consigo dormir? O café foi às 08h00, mas...




sábado, 15 de junho de 2013

Feliz Aniversário, CoriscaRuim!

Querida CoriscaRuim:

Mr. Lenny Kravitz entrou em contacto comigo porque te queria dar os parabéns pelo teu modo 35.1, mas não tinha o teu e-mail. Optou por deixar a sua mensagem comigo, tendo a minha humilde pessoa se comprometido a reencaminhá-la para V. Ex.ª, a aniversariante.

Eis a dita, acompanhada do seguinte bilhetinho:

Happy Birthday, CoriscaRuim!
I Love You!
xoxo
Lenny



video



sexta-feira, 14 de junho de 2013

Que se me dá uma coisa...

... Sempre que entro nesta loja!




Ele é vernizes, bases, correctores, sombras, blushes, máscaras de pestanas, produtos para o cabelo...
Perco-me ali dentro. Quero levar tudo. Depois penso: "Preciso mesmo de mais artilharia para juntar ao autêntico atellier que já tenho em casa?". E acabo por levar nem que seja um batom.

Já agora, quando é que deixámos de escrever "bâton" (é tão chique dizer bâton de rouge à lèvres!) para aportuguesarmos a palavra para "batom"? Isto não é coisa do novo acordo ortográfico (já nem me dou ao trabalho de o escrever com maiúsculas), pois não? É porque se for, volto à forma francesa. Nem que seja por birra!

terça-feira, 11 de junho de 2013

Se eu me casasse outra vez... IV

Madalena da Suécia e o seu corretor de Wall Street.
Fui princesa noutra vida, só pode...










domingo, 9 de junho de 2013

Odeio pessoas.

Algumas, vá! 
Duas em particular.
Sei que "ódio" é uma palavra muito forte e corrói as entranhas de quem o sente, mas eu sou assim mesmo. Corroída, pronto.
Não lhes desejo mal (quer dizer...), nem tenho sede de vingança, mas dá-me um gostinho especial passar por elas, fingir não as conhecer e agraçar o resto do mundo com um sorriso, pensando: "Quiseste destruir-me, mas não conseguiste! Um FODA-SE p'ra ti!".
Nem quero saber se são felizes ou se vivem melhor do que eu. Não quero saber nada dessas pessoas, só isso. Apenas esquecer que um dia fizeram parte da minha vida.

Hoje vi esta imagem no Facebook e relata na perfeição o que sinto:


Para quem não conhece a frase idiomática "to burn bridges", significa "quebrar laços". No caso em questão, não tenho MESMO pena nenhuma de ter quebrado os laços e perdido o contacto com essas pessoas (que até vejo com alguma frequência). Tenho é pena de não ter quebrado também as pessoas. Ou, em relação às pontes, tê-las queimado enquanto essas pessoas ainda estavam em cima delas. :P 

Descobri hoje, também por acaso, que há uma condição médica chamada prosopagnosia, que se trata, resumidamente e em termos leigos, na incapacidade de reconhecer determinadas pessoas.

Confesso que me daria algum jeito. Sempre evitava o revolver de tripas e o ranger se dentes que se me acomete quando me cruzo com as ditas criaturas.

Há-de passar. Um dia.
Até lá, sempre posso dizer que, entre outros ódiozinhos de estimação, tenho estes dois mais especiais. :P


sexta-feira, 7 de junho de 2013

Eu devia aprender a não fazer fretes

Mas se sou uma bruta para a umas coisas, para outras sou demasiado púdica...
É ir levando com paciência!


Eu sei que sou chata

Mas vocês vão levar com isto até ao fim dos meus dias (ou pelo menos até esta merda acabar).

Vêem como fica TÃO FEIO?! Quase imperceptível....?





quarta-feira, 5 de junho de 2013

Bad girl

When I was born, the Devil said: "Oh, shit! Competition!"



terça-feira, 4 de junho de 2013

Que confusão!

Quem foi o asno que se lembrou de dar o slogan "A Renovação da Confiança" à candidatura de José Manuel Bolieiro à Câmara Municipal de Ponta Delgada, quando Vasco Cordeiro ganhou as Regionais com "Renovar com Confiança"?! 
Eu percebo o objectivo: se resultou com um... Mas é que nem se deram ao trabalho de "assinar" as campanhas com as cores dos respectivos partidos! Estou mesmo a ver as velhas sem saber se estão a votar PSD ou PS...

Mas agora a sério: NINGUÉM reparou nessa merda antes de mandar imprimir os cartazes?!?!?






Como tudo começou...

Leiam, pasmem-se e... revoltem-se!
Iniciativa Legislativa de Cidadãos contra o Acordo Ortográfico. Leia, assine e divulgue!

«O aborto ortográfico» [João Pereira Coutinho, "Folha de S. Paulo", 04.06.13]

O acordo ortográfico é conhecido em Portugal como o aborto ortográfico. Difícil discordar dos meus compatriotas. Basta olhar em volta. Imprensa. Televisões. Documentos oficiais. Correspondência privada.
Antes do acordo, havia um razoável consenso sobre a forma de escrever português. Depois do acordo, surgiram três “escolas” de pensamento.
Existem aqueles que respeitam o novo acordo. Existem aqueles que não respeitam o novo acordo e permanecem fiéis à antiga ortografia.
E depois existem aqueles que estão de acordo com o acordo e em desacordo com o acordo, escrevendo a mesma palavra de duas formas distintas, consoante o estado de espírito –e às vezes na mesma página.
Disse três “escolas”? Peço desculpa. Pensando melhor, existem quatro. Nos últimos tempos, tenho notado que também existem portugueses que escrevem de acordo com um acordo imaginário, que obviamente só existe na cabeça deles.
Felizmente, não estou sozinho nestas observações: Pedro Correia acaba de publicar em Portugal “Vogais e Consoantes Politicamente Incorrectas do Acordo Ortográfico” (Guerra & Paz, 159 págs). Atenção, editores brasileiros: o livro é imperdível.
E é imperdível porque Pedro Correia narra, com estilo intocável e humor que baste, como foi possível parir semelhante aberração.
Sem surpresas, a aberração surgiu na cabeça de duas dezenas de iluminados que, em 1990, se reuniram na Academia de Ciências de Lisboa para “determinar” (atenção ao autoritarismo do verbo) como os 250 milhões de falantes da língua deveriam escrever. Qual foi a necessidade teórica ou prática do conluio?
Mistério. Em todos os países de língua portuguesa, com a exceção do Brasil, respeitava-se o acordo de 1945. E nem mesmo as diferenças na ortografia brasileira incomodavam os portugueses (ou vice-versa).
Nunca ninguém deixou de ler Saramago no Brasil por causa do “desacordo” ortográfico. Nunca ninguém deixou de ler Nelson Rodrigues em Portugal pelo mesmo motivo.
Acontece que as cabeças autoritárias sempre desprezaram a riqueza da diversidade. Em 1986, no Rio de Janeiro, conta Pedro Correia que já tinha havido uma tentativa ainda mais lunática para “unificar” a língua, ou seja, para unificar 99,5% das palavras (juro). Como?
Por uma transcrição fonética radical que gerou termos como “panelenico” (para “pan-helênico”) ou “bemumurado” (para “bem-humorado”). Será preciso comentar?
O novo acordo é menos radical desde logo porque admite “facultatividades” que respeitem a “pronúncia culta” de cada país. Deixemos de lado a questão de saber se a escrita pode ser mera transcrição fonética (não pode) ou se a etimologia deve ser ignorada nas “simplificações” acordistas (não deve).
Uma deficiente interpretação do que significam essas “facultatividades”, conta o autor, levou o governo português, no seu Orçamento do Estado para 2012 (o documento central da política lusa), a escrever a mesma palavra de formas diferentes: “ópticas” e “óticas”; “efectiva” e “efetiva”; “protecção” e “proteção”; e etc. etc.
Mas mais hilariantes são os casos em que a aproximação portuguesa ao Brasil gerou palavras que nem no Brasil se usam. No novo acordo, “recepção” perdeu o “p”; no Brasil, o “p” continua. O mesmo para “acepção”, “perspectiva” e por aí fora.
Perante este aborto ortográfico, que fazer?
Curiosamente, Angola e o Brasil já fizeram muito: a primeira, recusando-se a ratificá-lo; o segundo, adiando a sua aplicação.
Só os portugueses continuam a marrar contra a parede –e, pior, a marrar contra uma ilegalidade: o tratado original do Acordo Ortográfico de 1990 garantia que o mesmo só entraria em vigor quando todos os intervenientes o ratificassem na sua ordem jurídica. Essa intenção foi reafirmada em protocolo modificativo de 1998.
Mas eis que, em 2004, há um segundo protocolo modificativo segundo o qual bastaria a ratificação de três países para que o acordo entrasse em vigor.
Não é preciso ser um gênio da jurisprudência para detectar aqui um abuso grosseiro: como permitir que o segundo protocolo tenha força de lei se ele nem sequer foi ratificado por todos os países?
O resultado é o caos. Como escreve Pedro Correia, um caos “tecnicamente insustentável, juridicamente inválido, politicamente inepto e materialmente impraticável”.
Para usar uma palavra bem portuguesa, “touché”!
João Pereira Coutinho
[Transcrição integral de artigo, da autoria de João Pereira Coutinho, publicado no jornal "Folha de S. Paulo" (Brasil) de 04.06.13. "Links" inseridos por nós.]

Nota: nesta transcrição foi respeitada a ortografia original da publicação do jornal “Folha de S. Paulo”, ou seja, a da variante do Português utilizada no Brasil.

sábado, 1 de junho de 2013

(Des)acordo Ortográfico

Magistrado alega que as "actas não são uma forma do verbo atar" e que "os cágados continuam a ser animais e não algo malcheiroso".
"O juiz Rui Teixeira, que conduziu a instrução do processo 'Casa Pia' e que agora está colocado no Tribunal de Torres Vedras, não quer os pareceres técnicos sociais com o novo Acordo Ortográfico", revela o Correio da Manhã na edição de hoje.
O magistrado enviou uma nota à Direção Geral de Reinserção Social (DGRS) em abril onde se podia ler, que esta "'fica advertida que deverá apresentar as peças em Língua Portuguesa e sem erros ortográficos decorrentes da aplicação da Resolução do Conselho de Ministros 8/2011 (...) a qual apenas vincula o Governo e não os tribunais'".
Ainda segundo o Correio da Manhã, a DGRS pediu um esclarecimento ao juiz, tendo este respondido que a "'Língua Portuguesa não é resultante de um tal «acordo ortográfico» que o Governo quis impor aos seus serviços', diz o juiz, acrescentando que 'nos tribunais, pelo menos neste, os factos não são fatos, as actas não são uma forma do verbo atar, os cágados continuam a ser animais e não algo malcheiroso e a Língua Portuguesa permanece inalterada até ordem em contrário'", escreve o Correio da Manhã.

in Diário de Notícias, edição online de 26 de Maio de 2013

Há quanto tempo vos venho dizendo para não ligarem a esta merda de acordo? Que, legalmente, não existe nada que nos obrigue a segui-lo, pois o que existe é uma resolução do Governo e, hierarquicamente, esta está muito abaixo de uma lei ou um decreto-lei? Que essa resolução vincula apenas o governo, determinando a obrigatoriedade de todos os actos oficiais serem redigidos ao abrigo do AO? Que os tribunais já tinham manifestado a sua não adesão ao acordo por construírem um órgão distinto e independente do governo?

Além do mais, que validade pode ter um acordo que o Brasil nem sequer assinou?!

Eu ainda vou ganhar esta guerra, vão ver!




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