Odeio baratas. Não é novidade.
Por causa do calor, as malditas começaram a aparecer. Não lá em casa, que felizmente o ano passado tivémos a brilhante ideia de chamar um senhor para andar lá a esguichar um spray milagroso (nada de Baygon ou DumDum ou armadilhas do caraças; uma cena industrial, mesmo!), mas no parque de estacionamento e, consequentemente, na entrada do prédio.
A minha vizinha de baixo ainda é mais paranóica do que eu no que toca aos malditos bichos (eu compreendo-te, querida!) e encarregou o marido de espalhar um pó branco na porta de entrada do prédio, na porta de entrada do apartamento deles (está lá uma cagada bem feita! Nem deixou escapar a ombreira da porta. LOL) e em zonas estratégicas do parque.
Segunda-feira à noite cheguei a casa pelas 22:30 e lá estava uma, atrás da porta de entrada do prédio, de barriga para o ar. Comeu o pó, a desgraçada. Anda!
Ontem de manhã saí para trabalhar e ela ainda lá estava. Ao fim do dia, quando cheguei, o mesmo cenário.
Hoje, desci as escadas e nem me lembrei da bicha. Quando fui abrir a porta, olhei para o chão e lá continuava ela. Só que mexia as patas, o demónio! Três dias depois e AQUILO ainda está vivo. Não, não era uma barata diferente. Era a mesma. Estava EXACTAMENTE no mesmo sítio e eu sei que niguém lhe vai tocar até a empregada ir lá limpar as áreas comuns.
WTF?
Ca nojo!!!!!
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