sábado, 17 de dezembro de 2011

Traz-me sempre um sorriso aos lábios

Eu tenho amigos fantásticos.
Daqueles que vejo a cada 6 meses, mas com quem vou falando internetemente.
Daqueles que conheço desde os 16 anos e com quem tenho conversas que continuam iguaizinhas às que tínhamos naquela altura. Sem tarelo nenhum! LOL
Posso não saber 2/3 daquilo que se passa na vida dele, tal como ele nem imagina o que vai acontecendo na minha. Dizemos só asneiras, na verdade. E que bom que isso é! :) 

Obrigada por me teres feito rir hoje, Vasquinho! E o que eu já me ri! :)



Será??

Foi-se embora?
Foi dar um passeio? 
Resolveu dar-me uma folga?


O certo é que ainda não me apareceu por aqui hoje, a desgraçada. Acordei e já não estava. Weeeeeeeeee! 
Posso ao menos sair da cama, Graças a Deus! É que tenho mais que fazer do que dar uma de baby-sitter àquela besta!

Oh, eu não vou é estar a atirar foguetes antes da festa, porque ela é bem gaja para me vir arruinar os planos só porque sim. Por isso, lá vou eu para a cozinha aproveitar enquanto ela não está.. É que o conteúdo dos cabazes de Natal ainda nem começou a ser fabricado e eu não sei se a menina volta, nem quanto tempo estará fora.


sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

A minha hóspede

Continua coladinha a mim, esta querida.

Ontem à noite consegui deixá-la por um bocadinho sozinha em casa. Não deve ter gostado muito, por isso hoje vinga-se. 

Pedi-lhe ontem, com muito jeitinho, se não se importava de me deixar ir descansada, sem ter que carregar o seu peso, assistir à peça de Natal do afilhado mais novo ao colégio. Torceu o nariz e foi difícil convencê-la. Por pouco não me deixava mesmo sair. É pior do que um guarda prisional! Mas lá cedeu. E eu fui. E amei estar com o meu menino e receber beijinhos dele. Deu-me ânimo!
Aproveitei que estava sozinha (mas sempre com medo que ela se fartasse de esperar e viesse ter comigo) e fui jantar fora, com o Maridão e os pais do afilhado. Foi relaxante e, por isso, consegui desligar o botãozinho que activa esse meu medo das visitas-surpresa dela. 

Parece que faz de propósito, aquela besta. Bastou terminar o jantar e entrar no carro para me dirigir para casa e lá estava ela, sentada no lugar do passageiro. É mesmo estúpida, a gaja. Não podia esperar que eu chegasse a casa? Nãããooo... tinha que me escoltar pelo caminho. E lá fui eu com o peso no peito com que ela insiste em carregar-me. Se eu podia negar-me a cumprir as ordens dela? Era bom. Mas tem demasiada força, a vaca.

Mas eu também sou teimosa e, trombuda, assim que cheguei a casa dirigi-me logo para o quarto e preparei-me para dormir. Nem lhe dei a oportunidade de irmos ver televisão juntas porque sabia que me ia estar a incomodar o resto do serão. Fui para a cama. Fiz a asneira de ligar o portátil. E lá veio ela, de mansinho, como quem não quer nada, deitar-se a meu lado. Olha que merda, dormir a três! 

E lá conseguiu que eu apenas adormecesse depois das 2h da manhã. Já estou farta que ela me faça isto. É pura estratégia para que eu não tenha forças para em levantar de manhã. Venceste. Ouviste? VENCESTE! Acordei hoje pior do que ontem! Mal acordei recorri logo aos inimigos dela (assim como o alho para os vampiros), mas esta anormal parece que está a ganhar imunidade aos ataques deles e depois faz com que eu é que não pareça normal.

Esta mula atacou com tamanha força que fez com que hoje ainda só me tenha levantado para ir à casa-de-banho. Comer? Não tenho fome. Trabalhar? Não tenho motivação. Rir? É que não me apetece mesmo. Sair, estar com pessoas, conversar? Deus me livre! Já me dói a barriga só de pensar que logo tenho o jantar de Natal de uma das empresas para a qual trabalho. Mais me dói por pensar que nem sequer posso arranjar desculpa para não ir e que ainda por cima aquilo vai ter lugares marcados e eu vou ter que me sentar na mesa do Conselho de Administração, acompanhada por um bando de velhadas. 

Vou terminar como ontem, mas de forma mais sentida: FODA-SE!



A queda de um dogma

Apesar de a reacção inicial ter sido de alguma confusão (afinal de contas, ele não sabia que as regras haviam sido alteradas), gostei muito da naturalidade com que o puto aceitou a informação. 
Gostei, sobretudo, de ver que ele percebeu que o amor pode assumir várias formas. Até os convidou para jogar ping-pong... como que a querer dizer-lhes "it's ok, I understand and won't make a big deal out of it. Let's just play, like normal people do. Gay or straight".




Assim nasce uma sociedade inteligente e tolerante à "diferença". 



A justificação perfeita

Da próxima vez que o Maridão me der cabo do juízo por ir dormir sempre tarde e a más horas... espeto-lhe com isto!


Os mais inteligentes deitam-se TARDE
Um estudo da London School of Economics and Political Science (LSE) revela que as pessoas mais inteligentes têm tendência a deitar-se mais tarde, uma conclusão que não é pacífica e merece reservas de alguns especialistas.
A investigação, liderada por Satoshi Kanazawa, que compara as “corujas”, noctívagas e criativas, com as “cotovias”, mais organizadas, centrou-se sobre as horas a que as pessoas se sentem mais activas intelectualmente e concluiu que as noctívagas demonstram maior inteligência.
O provérbio “deitar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer” está cada vez mais a ser ignorado pela população. Actualmente, a tendência é para que a humanidade seja mais noctívaga, porque vai ficando mais inteligente e é esse o ritmo natural dos mais dotados intelectualmente, revela o estudo.
Satoshi Kanazawa, citado pelo jornal Winnipeg Free Press, fala de uma evolução da espécie e lembra que os humanos ancestrais eram diurnos e que uma mudança progressiva para hábitos mais nocturnos configura uma “preferência evolucionária” para seres mais inteligentes, “com um nível mais elevado de complexidade cognitiva”.
Não sei quem é o autor do artigo,mas tirei daqui.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Édipo e Teresa Guilherme: um estudo, by RAP

Li este artigo de opinião há bocado no site da Visão.
Escrito pelo Ilustre Ricardo Araújo Pereira, a quem atribuo uma grande dose de talento literário.
Haja ao menos neste país UM licenciado em Comunicação Social que sabe o que faz (escreve).


Ao que dizem todos os jornais menos um, o alegado estripador de Lisboa é, afinal, apenas um alegado idiota. Na escala de abominações, a idiotia aparece muito abaixo da estripação, e por isso o país desinteressou-se rapidamente do caso: os portugueses têm raras oportunidades de conhecer pessoalmente um estripador, mas todos os dias contactam com idiotas. Mais uma vez constato que sou indigno de pertencer a este povo, uma vez que é precisamente agora que o episódio começa a entusiasmar-me. Não tenho muito interesse em estripadores, mas os idiotas exercem sobre mim um fascínio inevitável. Ainda não podemos dizer ao certo quantos idiotas existem no caso do alegado estripador, mas há dois que emergem imediatamente, e são pai e filho. Feliz coincidência ou hereditariedade? Não sabemos. Mas a concentração de idiotia deve ser celebrada, tanto por razões humorísticas como higiénicas: quanto mais circunscrita a uma mesma casa, maior a intensidade (donde, mais humorismo) e menor o risco de contágio (donde, mais higiene). 
Antes de tudo, há que admitir que, se é verdade que a justiça em Portugal é fraca, não é menos verdadeiro que os tribunais têm azar. Ou lhes aparece um criminoso que, por muito que as provas o desmintam, nega responsabilidades no crime, ou aparece um palerma que, por muito que as provas o desmintam, reivindica responsabilidades no crime. No fim, em princípio, ficam ambos em liberdade. Pergunto-me sempre como é possível que haja sobrelotação das cadeias num país em que é tão difícil ser preso. 
De acordo com a imprensa, o idiota-filho denunciou o pai para poder entrar num reality show. Noutros tempos, os filhos denunciavam os pais à PIDE; hoje, denunciam à TVI. Todo o mundo é composto de mudança, mas os bufos são sempre bufos. Como o idiota-filho desejava ficar preso durante três meses numa casa, tentou fazer com que o idiota-pai ficasse preso durante 30 anos noutra. Édipo matou o pai por causa de uma querela no trânsito; o idiota-filho denunciou o idiota-pai por causa de um programa de televisão. São ambas histórias trágicas, mas a denúncia talvez seja mais cruel uma vez que, não sendo o idiota-pai titular de um cargo público, a confirmar-se a culpa teria mesmo de cumprir pena de prisão. 
É interessante referir que, para serem admitidos no programa, os concorrentes têm de revelar à produção alguns segredos. "O meu pai é o estripador de Lisboa" era o segundo segredo da lista do idiota-filho. Os jornais não revelam qual era o primeiro, mas tudo o que fique aquém de "A minha mãe é um senhor de bigode que invadiu a Polónia em 1939" não merece ultrapassar o segundo classificado.

Chocolate

Vou ser meiguinha e dar à menina serotonina o que ela quer... 
A ver se funciona como deve ser, a desgraçada!

Vou almoçar!



Já sei quem é a culpada

É a puta da serotonina.

A nuvem negra

Esta maldita, que de quando em vez resolve passar por aqui e ficar uns diazinhos... só porque sim. Porque gosta de mim.


Chegou hoje, a desgraçada. Acordei e cá estava ela. Não sei o motivo da visita, nem quanto tempo durará. Ainda ontem estava tão bem e cá aparece ela outra vez sem avisar. Ao menos se me mandasse um sms a dizer que vinha, eu preparava-me com antecedência. Aumentava a dose do Alprazolam, sei lá.... mas fazia qualquer coisa para a receber melhor. É que visitas não anunciadas resultam sempre em nervosismo, ansiedade, mal-estar... Já vos disse que detesto surpresas?

O pior? Tenho que carregá-la ao colo para todo o lado. Já não me basta a minha vida e ainda tenho que levar esta parasita comigo. E nunca sei por quanto tempo. É que pesa, a energúmena. É gorda que se farta e, por isso, não consigo fazê-la passar despercebida. Nem imaginam o desconforto que isso me causa! Ter a menina por perto provoca-me sono, apatia (quase letargia!), taquicardia, falta de apetite, tristeza, vontade de ficar na cama o dia TODO (mesmo que acordada), repugnância às pessoas e relutância em ver/falar seja com quem for e uma super irritabilidade. Quando digo "super" não estou a exagerar. Pelo contrário, acho que até é um eufemismo. Imaginem uma irritabilidade elevada ao seu expoente máximo. É mais do que isso. É infinita, parece-me.

E agora, faço o quê com esta besta? Como é que sigo o meu dia e honro os meus compromissos com esta mula alapada a mim? Eu ficaria em casa a curar a neura, de bom grado. Mas não posso. Hoje não posso mesmo. Foda-se!


quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Espero não me arrepender disto

Filme com conteúdo "pesado" e adolescentes de 16/17 anos.
Será que combina?
Eu depois conto.

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