sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Do espírito de Natal...

... ou da falta dele.

Este ano o Natal cá em casa será muito diferente. Por razões que nos são alheias, eu e o Maridão teremos que mudar as nossas tradições e planos. Nada que não se faça e é por uma muito boa causa.


Como é óbvio, espírito natalício é coisa que não abunda por aqui. O que não é normal. Eu e o Maridão sempre adorámos o Natal! Ainda em namorados, vivíamos esta época com grande expectativa e alegria. De há uns 3 anos para cá que o meu interesse vem diminuindo (avarias cerebrais, sei lá...). Mas ele mantinha-se intensamente fã. Até este ano. Ora, pois que nem árvore de Natal iríamos ter. Mas lá o convenci a montarmos pelo menos a pequenina (mesmo pequenina) ao pé da televisão, acompanhada do presépio.

Sei que é uma situação única e que para o ano vai voltar tudo ao que era. E vamos ter novamente a árvore grande, gorda e iluminada na sala de jantar! E os bonequinhos espalhados pela casa. E tudo e tudo e tudo! :)


quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Conhecem?

A propósito de piadas porcas, lembrei-me disto:


Não aconselhável a menores de 18 anos.
"O Meu Pipi" é um diário de um jovem português, que, pela descrição pormenorizada e criativa das suas proezas sexuais, provoca a inveja nos homens e a curiosidade nas mulheres. N' "O Meu Pipi" encontramos sátiras ao estilo de autores portugueses como António Lobo Antunes e José Saramago, teorias absurdas sobre a homossexualidade dos animais, a heterossexualidade e a joanetofilia, tudo sempre explicado e desenvolvido num português sem mancha, merecedor da atenção de um Rodrigo de Sá Nogueira. Muitos falaram já sobre O Meu Pipi, como José Pacheco Pereira, no jornal Público: "Nenhuma história da obscenidade nacional (uma velha tradição portuguesa, de Bocage a Vilhena) pode prescindir d'O Meu Pipi." Ou Miguel Esteves Cardoso no seu site Pastilhas; "O Meu Pipi: O melhor blog! O melhor português! O melhor blog português!" Este livro é prefaciado pelo jornalista e cronista Carlos Quevedo.
Excerto
"What's in a name?", escreveu Shakespeare, provavelmente entre duas punhetas. E, realmente, a pergunta faz pensar. A designação é tudo. "Fazer amor" não é o mesmo que, digamos, "foder". Há nuances importantes que distinguem "dar uma trancada" de "saltar para a espinha", por exemplo. No entanto, todas as expressões designam a mesma acção. Ora, o que é certo é que a nossa disposição muda. Se me disserem "come-me a rata", a alma de camionista que em mim habita dá sinal à picha para que arrebite. Mas se me dizem "degusta-me o pipi", tal não sucede. Bom, pensando bem, até sucede. A mim, tudo me serve para arrebitar a picha. É um tema que retomarei, pois vale a pena pensar nisto."  
Retirado daqui.

É um bocado forte, eu sei. Mas tem passagens verdadeiramente HI-LA-RI-AN-TES!
Descobri-o por acaso, numa loja do aeroporto de Lisboa, quando fui comprar umas revistas para me fazerem companhia durante um voo LX-PDL, numa segunda-feira à noite, praticamente vazio (back in 2003).
Posso dizer-vos que, tendo tido o voo uma duração de 1h50min, deu-me tempo para lê-lo quase todo, pois não há como parar. Aposto que a hospedeira deve ter olhado de soslaio para mim a pensar por que raio é que eu teria tamanho sorriso nos lábios...

Anyway, para quem tiver curiosidade e não for especialmente sensível, deixo-vos o link do blog para darem uma espreitadela: http://omeupipi.blogspot.com/.
Outra alternativa é pedirem-me o livro emprestado. Tenho-o algures no meu quarto em casa dos meus pais.

Espero não ter ferido susceptibilidades... ;)

Da minha infância II

O melhor de todos os tempos!!!

Devo ter andado 24 anos para trás (mais coisa, menos coisa) e revi-me deitada de barriga para baixo na cama dos meus pais, à espera que o jogo de futebol que passava na RTP Açores acabasse (era quando passavam aquelas letrinhas brancas com publicidade na parte inferior do ecrã que eu já sabia que faltava pouco para acabar o jogo), mas ainda ter que levar com o intervalo... e ver isto!!!

Admito que em alguns episódios fosse aconselhável acompanhamento parental, mas o que eles queriam lá em casa era ver-me calada, por isso... ;)



MUITO BOM!

Eu confesso II

Sou fã do Bruno Nogueira. Gosto de piadas porcas, pronto!
Gosto, acima de tudo, do ar de "quem nunca partiu um prato" com que ele diz as coisas. Por isso, não consegui conter o riso quando li isto:

"Vou directo ao assunto: irrita-me o senhor Roberto Leal. Não gosto do cabelo, a roupa faz-me confusão à vista, e o sotaque indeciso entre dois países dá-me vontade de enfiar este corpinho carnudo num Opel Corsa e espetar-me a 140 km/h (porque o Opel não dá mais), contra uma carrinha que transporte bilhas de gás cheias.
Sendo ateu convicto, muito mais me incomoda que tudo o que diz, inclua:

a) uma alusão a deus (sim, com letra pequena)

b) nossa senhora

c) qualquer outra personagem do best seller de ficção "A Bíblia".

Pensará o estimado leitor: "então esta besta é convidada para escrever o prefácio do indivíduo cantor de Vale da Porca, e desata-me a dar pancada no homem?"

Calminha.

Primeiro, não respondo a frases escritas por mim a fingir que são outras pessoas.
Segundo, as linhas acima escritas datam de há cerca de dois anos, época em que não conhecia o autor deste distinto livro.

Dito isto, devo dizer o seguinte: o Roberto Leal foi uma das grandes lições que tive nos últimos anos. Passo a explicar.

Conheci o Roberto quando o convidei para integrar um programa de altíssima comédia, chamado "Último a Sair". O desafio era claro: desconstruir a imagem que Portugal tinha dele, de forma a que isso fosse uma mais valia, tanto para o programa, como para ele próprio. Confesso que fiz o convite a achar que ia receber um não.

Mas um não com sotaque.
Recebi um sim.
Mas um sim com sotaque. E esse foi o início da lição.
Ao longo dos episódios, eu e a equipa de escrita do programa, fomos subindo a fasquia, para perceber qual era o dia em que o Roberto lia o guião e de seguida dava entrada nas urgências do Amadora-Sintra com um principio de ataque cardíaco.
Não aconteceu. E garanto-vos que nos esforçávamos, terminando as sessões de escrita a dizer: "naaaa, ele nunca na vida vai aceitar filmar um jantar afrodisíaco a fazer-se a mim, ao Miguel Damião e ao Unas, enquanto está a dançar com uma flor na cabeça e depois leva uma mangueirada na boca."
E na semana seguinte, o Roberto Leal estava a filmar um jantar afrodisíaco, a fazer-se a mim, ao Miguel Damião e ao Unas, enquanto dançava com uma flor na cabeça, para então depois levar uma mangueirada na boca, em horário nobre, na RTP 1.
Os filhos das pessoas que ouviam Roberto Leal, começaram aos poucos a perceber que aquele bichinho tinha muito mais andamento do que eles. E isso passou a ser assunto.
E eu, ao longo do tempo, fui descobrindo a generosidade e a entrega de alguém que estava disposto a pôr-se em risco e que, por isso mesmo, foi ganhando o respeito e admiração de todos os que trabalhavam à sua volta.
Atirou-se de cabeça para um rio que tanto podia ter 20 cm de profundidade, como 20 metros. Eu dizia-lhe que tinha 20 metros, mas não passava de um palpite.
E o resto foi o que se viu. Teve a inteligência de aproveitar tudo o que achávamos que eram pontos fracos, para fazer deles armas de renascimento artístico e pessoal.
Começou de novo sem ter de apagar o que estava para trás e mostrou que há mais para ver do que aquilo que nos chega desfocado aos olhos.
Ele dirá que foi deus quem o encaminhou para isso.
Eu sou mais de dizer que foi nossa senhora. Até porque sou maluco por mamas.
Ah, e já que estou numa de abrir o coração, cá vai: em Julho de 2011 fui três vezes para a cama com o Roberto. A primeira foi num pinhal em Abrantes, e as outras duas foram nas traseiras de um bar, em Vale da Porca, contra uma grade de cervejas. E até nisso ele foi surpreendente, porque tem uma pilinha extremamente pequenina e em forma de Irmã Lúcia.

Quanto ao livro, não li, mas acho muito fraquinho."

In Prefácio do Livro de Roberto Leal, escrito por Bruno Nogueira. 



Bateu a saudade e tive que rever. Cá está:


Da minha infância

É incrível como ainda me lembro de cada frase de cor e salteado...


Rise and shine!

E o dia amanheceu assim por aqui:


Este é o pão nosso de cada dia, por isso, não é nada que me meta confusão.
E que bom que é estar na caminha, quentinha, com o portátil no colo, a ouvir a chuva, o vento e a respiração do marido! :)

Que o vosso dia comece tão bem como o meu!


quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Post repetitivo II

À semelhança do que os restantes 134.856.258.455.987.000 bloggers já postaram hoje, venho apenas dizer-vos que estou feliz porque amanhã é FERIADO!


Vou passá-lo a trabalhar que nem uma moura (a minha secretária está a abarrotar de papéis), mas ao menos estarei na minha casa, longe de pessoas, telefones e e-mails. Não vou ter que ouvir gente chata, explicar 2 ou 3 vezes a mesma coisa a gente mais chata ainda e, sobretudo, vou poder dormiiiiiiiiiir!

E agora vou-me embora, porque os "macaquinhos" (a.k.a. formandos) já saíram e eu vou para casa jantar e vegetar. Chega de pensar por hoje. O meu cérebro acaba de entrar em modo de hibernação, sendo que a condução até casa será feita em piloto automático.


Separados à nascença


Credo! Até me arrepiei com tanta semelhança... (starting by the brain).

Apetecia-me algo...

... e acho que este menino dava conta do serviço na perfeição...

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Já vos disse...

... que odeio palhaços?!


Urgh! 

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