quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Post repetitivo II

À semelhança do que os restantes 134.856.258.455.987.000 bloggers já postaram hoje, venho apenas dizer-vos que estou feliz porque amanhã é FERIADO!


Vou passá-lo a trabalhar que nem uma moura (a minha secretária está a abarrotar de papéis), mas ao menos estarei na minha casa, longe de pessoas, telefones e e-mails. Não vou ter que ouvir gente chata, explicar 2 ou 3 vezes a mesma coisa a gente mais chata ainda e, sobretudo, vou poder dormiiiiiiiiiir!

E agora vou-me embora, porque os "macaquinhos" (a.k.a. formandos) já saíram e eu vou para casa jantar e vegetar. Chega de pensar por hoje. O meu cérebro acaba de entrar em modo de hibernação, sendo que a condução até casa será feita em piloto automático.


Separados à nascença


Credo! Até me arrepiei com tanta semelhança... (starting by the brain).

Apetecia-me algo...

... e acho que este menino dava conta do serviço na perfeição...

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Já vos disse...

... que odeio palhaços?!


Urgh! 

domingo, 27 de novembro de 2011

Circo de Natal

Hoje reservei a tarde para a pequenada.
Há circo no Coliseu e lá vamos nós todos em excursão.


Só espero ficar sentada num sítio bem longe dos malditos dos palhaços para não correr o risco de algum de aproximar de mim. Criatura horrorosa nojenta!
Ai, os sacrifícios que uma Madrinha faz...!


PS - Se notarem que a minha ausência é demasiado prolongada, é favor chamar as autoridades. Posso ter sido raptada por um desses bichos repugnantes de nariz vermelho e sapatos gigantes.


sábado, 26 de novembro de 2011

Pérola II

Juiz: "E a sua mulher, trabalha?"
Arguido: "Ela é doméstica em casa, senhô."

Em casa deles. Porque podia ser fora. Em casa de outros. Enfim...

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

A propósito...

... do post anterior e dos comentários a que deu azo.

O Zé Povinho


Personagem intemporal, desalinhado em energia, na retórica e na postura, o Zé Povinho desenha-se no traço grosseiro da robustez que caricatura o nosso colectivo.

Rindo ou gesticulando em descaramentos, intervém ora vitimizando-se e submetendo-se, ora como alerta de consciências não libertas de preconceitos. Entre a boémia e o laicismo, a actualidade de Seu Zé Povinho não se esgota naquilo que configura a sua personalidade popular, pelo contrário transborda da tipificação para a excelência do pretexto que aponta ao comentário e à critica. Não poupando nada, nem ninguém, não se contém em sarcasmos perante os factos políticos sociais e institucionais. 

A sua intervenção opinativa na vida do país revela-se miticamente como reflexo de desejos, sentimentos e necessidades que se descobrem pela praxis. Controversa e metafórica, a figura do Zé Povinho cresce na ambiguidade que se joga entre o cinismo social e a revolta genuína. Decorre da impotência que se denuncia no manguito e que exorciza com a sabedoria popular o acto de cruzar os braços. 

De apelido Povinho, diminutivo de todos nós, Seu Zé nasce com respeito contraditório do que está para além de senhor (Seu) e do que está aquém do diminutivo dobrado (Zé e Povinho). Rapidamente se torna familiar perdendo o trato deferente e incorporando o todo das características tipificadoras das gentes portuguesas. Deformado e deformador impõe-se com o vigor que o eco da popularidade nacional lhe confere. Com argúcia desvenda a injustiça e o grotesco, mas é no entanto com paciência e submissão que digere o seu próprio destino. 


Retirado daqui.


Na caderneta do(a) aluno(a), lia-se...


Olhe, desculpe lá, Sra. Professora! Tenha dó da pobre criança, que anda tão cansadita! É que isto de não fazer nada durante o horário escolar a não ser rabiscos no caderno e ficar a olhar para o quadro como um burro para um palácio e ainda chegar a casa e ter que ver os Morangos com Açúcar e falar com as amiguinhas no MSN não é vida fácil. Se não for pela "piquena", que o seja pela pobre mãe (que aposto que é gorda que nem uma porca, não trabalha, tem a casa cheia de esterco e passa os dias na porta a enredear com as vizinhas), que também anda cansada (não deve ser fácil arrastar 120 kg da cama para o sofá e do sofá até casa da vizinha para pedir um raminho de salsa e "já agora" tomar um cafezinho)!

Além disso tenha em consideração que a senhora é "doente dos nêrves" e a assistente social que lhe trata do rendimento social de inserção, vendo o seu estado de ansiedade (que ardores no peito são aqueles, minha Nossa Senhora?!) até teve que lhe arranjar uma consulta na médica de família que, por sua vez, lhe disse que além do "castrol" elevado, ela ainda tem a tensão alta e, por isso, não se pode aponquentar por nada deste mundo (nem para tomar conta dos 10 filhos, nem para limpar a casa e muito menos para cozinhar para o marido que todos os dias vem do trabalho e espera que o jantar esteja pronto, vejam lá que insensível!).

Tenha paciência, Sra. Professora! Agora mandar TPC todos os dias! Veja lá que a senhora até percebe de leis e tudo e já "correu os seus direitos", por isso sabe que as crianças não são obrigadas a cumprir com esse seu regime ditatorial!

Esta país vai mal. Ai, vai, vai! Com professores destes... Tssstssstsss...


Nota: Juro que não estou a pensar em nenhuma família que conheço, juro... (fingers crossed)


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Só uma pérolazita...

... para animar o vosso dia.

Juiz: "O que é que a sua esposa faz?"
Arguido: "É electrodoméstica, Sr. Dr."

(silêncio ensurdecedor)

Overwhelmed

É... não tem dado.
Não estou a conseguir.
Estou a dar em maluquinha.
Too much stuff going on!


Já vos tinha dito aqui que precisava muito que o meu dia tivesse mais horas, mas acredito que esse seja um desejo que o Pai Natal não me vai conceder... Desde logo porque deve receber 1000.000.000.000.000 de pedidos iguais ao meu.

Acreditam que já nem me lembro da última vez que passei por aqui? Vim cá agora só por um bocadinho, para informar os interessados que estou viva (não sei por quanto tempo mais), mas não era suposto... É que estou a meio de uma coisa... assim... digamos... muito interessante (not). Como ninguém vê e ninguém sabe, rentabilizo o meu tempo. Ah, pois é, que eu sou uma mulher despachada! Multitasked, diria a presunçosa que tenho à minha frente... :P

Anyway, aviso desde já que nem os vossos posts tenho conseguido ler, por isso ando meio desactualizada sobre a vida na blogosfera. Qualquer sinal de ignorância ou desconhecimento não é pura coincidência. Tenham paciência comigo. De todo o modo, neste bocadinho consegui "passar a ronda" em dois ou três sítios e soube, pelo menos, que:
- a Dreia teve por lá o raio de um anónimo (raça maldita!) a moer-lhe o juízo, embora não tenha conseguido ver a bosta que a criatura por lá deixou (depois contas-me, Dreia?).
-  a Gasper está constipadita. As melhoras, piquena!
- se não tiver muito cuidado, a AC hoje é capaz de dar um trambolhão (não sei que sapatos trazes, mas seja do tacão muito alto, seja da sola escorregadia, não será coisa boa em dia de chuva e muuuuuito vento pelas nossas bandas, sobretudo na nossa linda calçada).

Quero muito ler o resto, mas agora não posso. Gotta go! 

But... I'll be back!

(Contem-me novidades! Façam-me o resumo dos últimos capítulos, ok?)


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