sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Inteligência rara (mesmo!)

Por mais triste e sozinha que esteja (salvo seja!), não consigo deixar de partilhar isto convosco:


Esta miúda vai tornar-se o novo ídolo e a mais recente referência de culto dos jovens portugueses! Afinal de contas, essas imberbes alminhas que andam pelas escolas do nosso país a "arrastarem-se" para concluir o 12º ano devem, com certeza, rever-se nela e nos seus vastos conhecimentos. 

Duvidam? Vejam este vídeo também:

Silêncio

Que silêncio ensurdecedor está nesta casa. 
Não estou habituada.
Não gosto.

Deixei-o no aeroporto há menos de 2 horas e já sinto imensamente a sua falta. Como é que eu vou adormecer hoje? Em que peito é que eu vou deitar a cabeça, em que pernas vou entrelaçar as minhas e a quem é que vou dar a minha mão? Tenho a certeza que vou morrer de frio, mesmo que cubra a cama de cobertores. Falta-me o seu calor. Vou sentir-me como no deserto, onde não há nada numa extensão de quilómetros, pois não terei como ouvir a sua respiração.

É a primeira noite que durmo sozinha desde há 1 ano e quase dois meses... Se sempre o detestei (dormir sozinha, claro!), agora ainda mais. 

Volta depressa! 




quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Das falsas promessas

Lembram-se deste post?

Pois bem, foi tudo pelo cano abaixo...


De boas intenções está o inferno cheio.
Ai, se não fosse o meu rico marido!! O que seria de mim (e desta casa)?

Ai, o caraças!

Agora não consigo dormir porquê?!


Quer dizer, isto é de uma gaja passar-se dos carretos de uma vez!
Trabalhei mais de 12 horas hoje. Cheguei a casa perto das 23h30. Estou a chocar alguma e por isso dói-me o corpo, a cabeça e parece que tenho bichos a rastejar dentro do nariz. Amanhã tenho julgamento às 9h15.

Já não era suposto estar a dormir?! 
Insónias?? A que propósito? 

Está-me a parecer que amanhã vai ser um dia daqueles...

A double on the rocks, please!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Murcha

Hoje sinto-me assim...


Ontem foi igual. Sem forças para nada. Um cansaço inexplicável. Um sono que não tem fim. Vontade de trabalhar: nenhuma. Vontade de sorrir: nem um bocadinho.
Hoje é dia de formação da noite outra vez. A última coisa que me apetece é estar de pé durante 4 horas a falar para um bando de macacos e a responder a perguntas parvas.
Chove. Está frio. Quero é ficar enrolada nos cobertores, às escuras, no silêncio... e dormir, dormir, dormir...

Posso desaparecer do mapa por um bocadinho, posso?


domingo, 23 de outubro de 2011

O 1º vídeo - Fail!

Já está. Eu tentei. Ficou uma m****.

Até tenho vergonha de o postar aqui. Filmei-o com a webcam do portátil. A luz está péssima, está tudo amarelo, nem dá para distinguir as cores que usei. A verdade é que já não havia muita luz natural quando comecei e o candeeiro da minha secretária tem uma luz amarelada, mortiça... Não gostei mesmo nada de como ficou o vídeo. Nem o editei ainda, pois acho que não vale a pena.
Ainda tentei tirar umas fotos. Sempre dava para verem o resultado final, já que o "making of" ficou intragável. Mas também não ficaram como eu esperava, nem as tiradas com a máquina fotográfica do Maridão (supostamente daquelas todas XPTO), nem com o meu telemóvel. Estou com cara de enjoada (porque entretanto fiquei irritada por as coisas não estarem a correr como eu queria) e não consegui (o Maridão também não) acertar com os ângulos.

Estou de fato de treino e pantufas, mas maquilhada como se fosse jantar fora. Mal por mal, vou pôr aqui algumas fotografias para documentar a meia hora perdida nesta brincadeira e para justificar a tinta na cara.

Divirtam-se lá às minhas custas, vá! ;)






Estas 4 primeiras fotos foram tiradas com a webcam, 
por isso podem ver a cor horrível com que o vídeo ficou.









 Estas outras foram tiradas com o telemóvel e consegue-se perceber melhor 
os tons da maquilhagem, mas fiquei cá com umas trombas...




Estas últimas já são da autoria do Maridão, com uma máquina muito 
melhor (e mais cara!), mas ele não consegue fazer milagres, de facto...


Prometo que para a próxima farei melhor! :)

sábado, 22 de outubro de 2011

Independência

A isto se chama uma mulher forte e determinada! :)

Da sarna para me coçar

Qual é a opinião dos meus ilustres leitores a respeito de eu vir para aqui colocar uns tutoriais de maquilhagem? Será pimba, piroso, chato? Ou as meninas (duvido que algum homem tenha interesse nisso) até têm curiosidade em ver uma coisinha desse género?


CALMA, não fujam já!!! Eu explico...

Como já perceberam, este blog não tem tema. Nem se divide por temas (com tão pouco "tempo de vida", não me vejo a atribuir etiquetas aos posts). Eu vou escrevendo p'raqui, sei lá... Coisas. Umas fixes (espero eu), outras sem tarelo nenhum.
Ora, já devem ter percebido também que adoro ler. Ok. Eu disse que ia começar a pintar, mas a verdade é que o material jaz ali num cantinho do escritório, intocado desde o dia em que o comprei. Ok. Passo tempo (horas intermináveis, quando posso) no computador, a ver/ouvir/fazer 1001 coisas (nem vocês imaginam quais! - fica para outro post... lol). Ok. Mas falta-me algo. 

"Rapariguinha chata, esta!", devem estar vocês a pensar. Eu sei, eu sei. Aborreço-me com facilidade e não sou nada paciente. Às vezes dou por mim a magicar o que é que vou inventar a seguir... Lembro-me tão bem de uma conversa que dizia vezes sem conta à minha mãe! Vou explicar: até o meu irmão nascer vivíamos com os meus avós paternos e muitos dos meus primos eram nossos vizinhos e estavam sempre enfiados em casa dos nossos avós. Conclusão: havia sempre folia de tremer a partir das 15h30 (quando acabavam as aulas). O problema é que eu fui filha única até aos 6 anos e era a mais nova desses primos com quem brincava. A minha mãe não trabalhava e, por isso, eu ficava em casa com ela. Assim, enquanto eles estavam na escola, eu ficava por casa, a chagar os ouvidos da minha mãe (sim, sempre falei muuuuuuito!). Eu chorava porque queria ir para a escola também e o facto é que a minha mãe, que felizmente pôde escolher ser uma "stay at home mom", me dava toda a atenção do mundo, me comprava material escolar e me ponha a fazer exercícios básicos de escrita, lia-me muito (estão a ver de onde vem o vício?) e fazia de tudo para me entreter. Mas eu lembro-me tão bem de ir ter com ela à cozinha a choramingar e dizer-lhe, num tom lastimoso e arrastado (imaginem mesmo uma carinha aborrecida e pesarosa, prestes a explodir numa birra prolongada e de choro baixinho e arrastado): "Não tenho nada para fazer..!!". Yep. Esta era eu. SOU eu. Estou sempre cheia de trabalho, mas quando dou por mim, estou como hoje (que podia estar a trabalhar, pois papelada acumulada não me falta, porém, não tenho paciência nenhuma), a tentar desencantar um qualquer interesse novo. Se a minha mãe me ligasse agora e me perguntasse como é que estou, responder-lhe-ia: "Não tenho nada para fazer...!".

A verdade é que as limpezas estão prontas (o meu SANTO MARIDO tratou de tudo ontem à noite, enquanto eu dava formação), a casa está em ordem, não há roupa para lavar nem passar (MARIDÃO DA MINHA VIDA!!!) e não me apetece ver tv. Não há grandes novidades nos blogs que sigo porque já li tudo e as pessoas estão entretidas a fazer outras coisas sem ser bloggar. Não me sinto inspirada para pintar. O Maridão está no escritório a tocar piano, a ouvir música altíssimo e a cantar (isto às vezes parece uma casa de gente doida!). I'm bored!!!

E o que é que isto tem a ver com tutoriais de maquilhagem? Tudo! Este meu mau feitio de achar que nunca tenho nada para fazer (quando tenho um milhão de coisas das quais podia ir tratando só que não me apetece) nunca vai desaparecer e tem-me acompanhado desde sempre, como podem ver. Na adolescência, na chamada "idade do armário", passei uma fase em que nunca me apetecia sair e só queria ficar em casa a ler ou... a experimentar maquilhagem. A fase seguinte foi de desbunda total (nunca queria sair??? What??? Let's party!). O que é certo é que o gosto pela make-up ficou e adoro pintar o meu rosto e o de outras (e de outros! - then again, história para um novo post, lol). Sempre que há um casamento, baptizado ou outro tipo de festa qualquer, sou convidada pelas amigas, prima, cunhada, mamã, a ser a responsável pelo styling. E adoro! Sigo imensos blogs sobre maquilhagem e sou capaz de passar horas no Youtube a ver tutoriais. Let's look at it by the bright side: sempre estou a pintar, mas em vez de usar a tela que comprei, utilizo o rostinho humano. ;)


Então como é, pessoal?! Ponho vídeos da minha fronha aqui ou vocês dispensam? ;)


P.S. - Lembrei-me agora que se calhar estou irrequieta porque ainda não tomei a medicação... :P

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Na minha mesinha de cabeceira


Entre outros, tenho lá este:


Pertence ao Maridão (penso que fazia parte do programa de uma das cadeiras do curso quando ele andava na faculdade), mas acho que nunca o leu. 
Quando estávamos em Lisboa e eu ia dormir a casa dele (andámos imenso tempo a "acampar" entre a casa de um e a casa do outro), desesperava por não ter nada que ler antes de ir dormir. Eu passo a explicar: desde que sei ler que o faço antes de adormecer. É uma espécie de calmante, sei lá... O certo é que já lá vão vários anos e "old habits die hard" (mesmo com recomendação médica para não o fazer). Ora, como já aqui divulguei amplamente, o Maridão não gosta de ler. Conseguem, por isso, imaginar a minha aflição quando passava a noite em casa dele. Os meus amados livrinhos (tenho sempre mais do que um em cima da mesa de cabeceira) ficavam na minha casa e ele não tinha nada a não ser livros técnicos da faculdade, apontamentos das aulas ou partituras para piano. Ah, e uma ou outra revista Loud ou FHM. Certo dia, num ataque de tédio e ressaca do vício, andei a vasculhar na estante do quarto dele e descobri o 1984. Comecei a lê-lo, mas já não me lembro porque razão (isto passou-se em 2005), não o terminei. Aliás, nem sei se passei do 1º capítulo.
Ora, face aos acontecimentos da actualidade, o fenómeno Big Brother (ou Casa dos Segredos, mais concretamente) e a Teoria da Conspiração que povoa a mente de muitos (ainda no outro dia me falavam de uma qualquer crença de que o mundo acabará muito em breve porque uns tais extra-terrestres vêm visitar-nos para se livrarem de toda a raça humana e assim beneficiarem, sozinhos, dos nossos recursos naturais), encarei a redescoberta deste livro (ocorrida na semana passada, enquanto limpava o pó das estantes do escritório cá de casa) como um sinal dos deuses. Ademais, ainda há pouco tempo vi em casa de uns amigos um filme que já não é recente (2002), mas que eu não conhecia. Trata-se do Equilibrium, com o Christian Bale, e relata a história de um planeta Terra futurista, marcado pela ausência de emoções e pelo controlo dos pensamentos de todos os humanos. Um must see, sinceramente.

Então, digam-me lá: o Universo está ou não está a conspirar para que eu leia este livro? ;)

Para quem tiver curiosidade, mas não conheça ninguém que lho empreste, nem lhe apeteça comprar, encontrei esta versão na net, que mais não é do que o pdf do livro. Está traduzido para brasileiro, mas serve o seu propósito. :)

Boas leituras e depois vimos cá discutir interpretações, combinado? ;)



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