quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Mais comprinhas II

Este post é mesmo só para vos irritar. :)))))))
E sim, já cá cantam. Lindos e novinhos, prontos para serem lidos.



(Muito bom! Para além das explicações todas, ainda traz um rol excelente de receitas - coisas realmente comestíveis! Uma vez que descobri que o "1,2,3, uma colher de cada vez" já não está à venda, este é um óptimo substituto.)



(A ver se o Maridão - que é hipocondríaco de nível máximo - não corre para o hospital ou para casa dos papás, que são ambos enfermeiros, todas as vezes que o bebé der um espirro.)


E a minha biblioteca continua a crescer... ;)


Stress pré-traumático


Pensei que hoje me fosse estar a sentir assim, à beira de um ataque de pânico. Mas por incrível que pareça, estou calma.




É que amanhã tenho um julgamento importante, em que estão em causa alguns milhares de euros. E qual é a causa do nervosismo?

Primeiro: é uma acção ordinária. Não, não tem ordinarices; o valor da causa é que é superior a € 30.000,00 (quase meio milhão, na verdade). Eu faço poucas audiências de julgamento em casos de Processo Civil. Normalmente preparo só as acções. E são julgamentos tão aborrecidos porque estou "presa" aos artigos da base instrutória, isto é: só posso perguntar às testemunhas aquilo que constar da lista de factos que o juiz considerou como não assentes. Se me desvio um bocadinho das perguntas directas (normalmente para tirar nabos da púcara - porque eu gosto é de um bom enredo!), lá tenho o Meretíssimo a chamar-me à atenção: "Sra. Dra., está a fugir aos quesitos". Bahhhh! Tribunal a sério para mim é em Processo Penal. Com os meus bandidos é que eu estou bem! E posso perguntar o que quiser! :P
Segundo: os intervenientes do processo pertencem ao meu círculo de pessoas íntimas. Odeio tratar de assuntos legais que envolvam amigos/família. A pressão é muito maior para que corra tudo a nosso favor. Mas como não dá para dizer que não... :P

Enfim, se amanhã acordar nervosa, há-de passar, pois não há nada que 2 Xanax não resolvam. LOL

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Quem fala assim não é gago

Ai, não é, não senhor!



Até que enfim alguém vem falar em sexualidade irresponsável, paternalismo e desresponsabilização!
Perante a eterna e para sempre interminável discussão em torno da liberalização do aborto (que, no nosso país, atingiu o seu auge com a entrada em vigor de uma lei que, a meu ver, só veio desculpar a conduta de quem não consegue assumir as consequências dos seus actos), dá-me gosto ler qualquer coisa que não seja sobre "direito à vida vs direito de a mulher decidir sobre o seu próprio corpo". Vai daí, encontrei isto:

O aborto não é um contraceptivo
Foi anunciado o corte na comparticipação da ‘pílula’, com o argumento de que se poupariam muitos milhões ao Estado. Agora, as chamadas de última geração, com menos efeitos secundários, e tendencialmente mais usadas, já não o são, mas a avaliar pela poupança anunciada presume-se que haja muitas mulheres (das cerca de dois milhões de utilizadoras) que ainda usam a antiga, provavelmente até pelo facto de ser subsidiada. De qualquer forma, estamos a falar, em média, de 8 euros por embalagem das novas e 4,88 euros das ‘tradicionais’.
O Ministério da Saúde desvalorizou a medida, dizendo que a pílula é oferecida nos centros de saúde. Na prática, sabe-se que representa um número residual e constantemente sujeito a rotura de stocks, mas vamos partir do princípio de que as mulheres agora penalizadas corriam a pedi-la gratuitamente. O custo para o Estado seria, então, o dobro da poupança, o que deixa claro que o Ministério da Saúde sabe perfeitamente que tal não vai acontecer. É um argumento desonesto. Quando se celebram 50 anos de pílula contraceptiva, é tristemente simbólico este retrocesso. Mas argumentar contra a decisão com a ameaça de mais abortos, choca. Choca, porque é paternalista, e desresponsabiliza mulheres e homens. Não podemos aceitar que num país do primeiro mundo como Portugal este corte, sendo lamentável porque é menos um apoio, possa justificar uma sexualidade irresponsável ou que se aceite a possibilidade do uso do aborto como método contraceptivo. Colocar o ónus de uma gravidez ou aborto nos ombros do Estado é de uma leviandade inacreditável, um argumento que não pode servir de arma, mesmo para defender o que merece defesa.


Mas porque é que as pessoas têm a mania de culpar o Governo de tudo?! Pela troika eles são responsáveis, é verdade. Pelo aumento dos impostos. Pela República das Bananas em que nos tornámos. Agora, por gravidezes indesejadas?! Tenham dó!

Independentemente de se ser contra ou a favor, deve-se sempre respeitar a opinião alheia no que a este assunto respeita. Eu respeito quem é a favor. Mas não consigo concordar. Tenho os meus motivos, argumentos e conclusões. Sou assumidamente contra. E todos os que me rodeiam sabem isso; nunca o escondi. Mas não deixo de ter respeito pela opinião dos outros. Cada um sabe de si.

Já sei que se estão para aí a perguntar: "Ai, mas se soubesses que o bebé ia nascer deficiente? Se soubesses que havia grandes probabilidades de morrer na hora do parto? Se o bebé fosse fruto de uma relação sexual não consentida?". Não me importa. EU não abortava na mesma. Mas isso sou eu. Considero que um filho é uma dádiva, desde a sua concepção. Deus me proteja e não me dê um bebé com problemas de saúde. Mas isso não é por mim, é pela criança. O facto de ser ser mãe faz com que se esqueça tudo. Até a cara de um eventual violador. Porque ter um filho suplanta-nos, torna-nos melhores, dá-nos uma razão para viver quando tudo o resto corre ao contrário. E eu digo isto sem nunca ter sido mãe; mas tenho o exemplo da minha, que sempre viveu e ainda vive para mim e para o meu irmão (adultos e mais que crescidinhos!). Sempre nos demonstrou o maior amor do mundo. Nunca se inibiu em dizer que nos amava. Sempre nos fez sentir queridos, protegidos e acompanhados. E o mesmo fez o meu pai. Pode não ser uma pessoa de abraços e beijinhos (a minha mãe também exagera!), mas esteve sempre lá para nós. Nunca nos negou nada, nem mesmo quando o que pedíamos era em jeito de birra. Sou uma sortuda. Tenho pais que me desejaram e acolheram como uma extensão deles próprios. Espero conseguir fazer um dia com que os meus (futuros) filhos sintam o mesmo em relação a mim.

Sei bem que há muitas mulheres (e homens) que acham os meus fundamentos retrógados, conservadores, até moralistas. Não, a minha motivação não é religiosa (pese embora eu tenha referido Deus mais acima). É sentida, mesmo. A Igreja também é contra o uso da pílula e eu tomo-a; sem qualquer tipo de peso na consciência. Porque sei (sempre mo ensinaram) que a Bíblia é um conjunto de parábolas, não é para ser interpretada no seu sentido literal. E porque também sei que a Igreja-instituição foi alterando ao longo dos séculos o âmago daquilo que é o catolicismo. Bem, mas religiões à parte, que não é disso que estamos aqui a falar (sei lá se é Deus, se é Alá, se é Ganesha; é aquilo em que cada um acredita!), quero, uma vez mais, reiterar que sou capaz de ouvir e acatar a opinião daqueles que são a favor do aborto. Como eu tenho os meus, essas pessoas têm os seus motivos. Eu tenho amigos que são a favor do aborto e não é por isso que gosto menos deles. Conheço mulheres que já interromperam voluntariamente uma gravidez e não é por isso que as olho de lado. Apenas acho que podiam ter escolhido outro caminho...

Sobretudo, acho que é preciso, cada vez mais, falar aos miúdos desde cedo sobre a sexualidade (a sua e em geral). Para quê dizer a um menino de 9 anos que os bebés saem pela barriga da mãe, onde o Sr. Dr. faz um corte? Sim, saem. Em algumas situações. E nas outras? Nas outras explica-se. Não é preciso falar-lhes de sexo e muito menos dar-lhe uma conotação negativa. Eu revelei os factos todos ao meu afilhado mais velho (com 9 anos) de uma forma natural, sem constrangimentos, com recurso a imagens e apelando à biologia e anatomia humana. A reacção dele? Naturalíssima. Como se eu lhe tivesse explicado como é que se processa a passagem da água do estado líquido ao gasoso. Compreendeu perfeitamente e percebeu que é uma coisa da natureza: acontece com os humanos como com os animais. A palavra "sexo" nem veio à baila. Se ele a diz, é porque vê/ouve na televisão. Se ele vê um casal aos beijos, acha que vão ter sexo. Nem sei se ele sabe o que o sexo é. Eu cá não lhe expliquei. Mas ao menos não acredita que os bebés são trazidos pelas cegonhas e só por isso sinto que cumpri o meu dever.

Agora o que me custa (e surpreende, sobretudo!) é ter tido que tirar uma hora daquelas reservadas a uma das disciplinas que lecciono para explicar às minhas alunas (com idades compreendidas entre os 15 e os 20 anos - e todas sexualmente activas!) o que são os métodos contraceptivos e as doenças sexualmente transmissíveis. Andavam elas a tomar a pílula do dia seguinte 3 vezes por mês, a ter relações desprotegidas (sem preservativo) e a sua única preocupação era não engravidar (e as doenças, raparigas?!). A única DST que conheciam era a SIDA. Nunca ouviram falar de sífilis, gonorreia, clamídia... Da turma inteira, 99% afirmou que abortaria se descobrisse que estava grávida (a única que disse que não apareceu-me grávida um mês depois e decidiu ficar com o bebé, que a esta altura faltam poucas semanas para conhecer o mundo que o espera). É triste, esta realidade, não é? Onde estão os pais dessas crianças?? Crianças sim, porque a maturidade ali não abunda... Não as acompanham porquê? E não me venham cá dizer que a culpa é das escolas por não leccionarem a disciplina de Educação Sexual que há anos consta do programa curricular. As pessoas ainda não perceberam que a educação começa (e, em última instância acaba) em casa. A escola é um complemento e foca-se mais nos aspectos académicos. Formação cívica e pessoal aprende-se com quem nos cria e nos transmite valores. É que há uma coisa que se chama "escola da vida" e eu cá não gostava que os meus filhos assistissem a essas aulas sozinhos, sem o meu amparo...


domingo, 11 de setembro de 2011

Quando eu achava que podia mudar o mundo


Quando eu tinha 22 anos e andava na Faculdade (socorro!), tinha a mania que ia revolucionar esta m**** toda. 
Era toda reivindicativa e muito opinativa (não a cair para o comunista, Deus me livre!). Aliás, descobri no outro dia uma coisa que tinha escrito sobre os meus interesses. Entre outros, indiquei: "Direito - trarei um novo sentido de justiça a este país. Vote Carla Santos para as Autárquicas de 2025!". Agora que os anos vão passando é que vamos vendo o que crescemos entretanto (espero não encontrar nada que tenha escrito aos 17!). Depois de começar a trabalhar percebi que a profissão que tinha escolhido aos 14 anos não é, de todo, semelhante ao que eu havia idealizado. Eu não ajudo as pessoas; minto por elas. Ossos do ofício, aprendi eu.

Voltando à vaca fria: algures em 2005, vi uma reportagem no telejornal que me deixou deveras furiosa. Aquilo é que foi correr para o computador e deixar no site do canal de televisão em questão uma reclamação toda "abespinhada". Seguidamente, enviei um e-mail para o jornal com mais tiragem da Região Autónoma dos Açores (só não fui lá pessoalmente porque me encontrava em Lisboa) com o texto que vos passo a mostrar e que foi publicado dois dias depois. Senti-me "cheia", com aquela sensação de dever cumprido. À luz do meu actual "eu", vejo a imaturidade que aquele texto transpira. Mas valeu a intenção! Para além de ter deixado o meu papá tão orgulhoso que até hoje tem o recorte daquele jornal emoldurado e exposto na sua secretária. LOL


"Ministra diz-se normal, logo erra." 

Assistindo à emissão do Jornal Nacional da TVI do dia 23 de Junho de 2005 não consegui conter o espanto ao verificar que, ao contrário do esperado, o Governo português conseguiu descer ainda mais baixo e mostrar-se mais incompetente do que tem feito até então. O Governo de Sócrates tem-se mostrado uma escolha infeliz por parte dos portugueses que, invariavelmente, se mostram susceptíveis de ser ludibriados por falsas e utópicas promessas.
A fraca prestação de Sócrates até ao momento revela-se não tanto nas discutíveis medidas tomadas no âmbito do Trabalho e da Segurança Social, com o intuito, parece-me, de se repercutir na Economia portuguesa (tentativas infudadas, a meu ver...), mas sim nas fracas opções tomadas a nível dos seus representantes. Choca-me ouvir uma senhora, em princípio conhecedora da Lei e cuja obrigação principal enquanto membro de um Governo consiste em dominar o teor das matérias tratadas na Constituição da República a que respeita, vir a público reconhecer que cometeu um erro (atitude de louvar) e piorar gravemente a situação “enterrando-se” como jamais ouvi um representante de um cargo político fazer. A respeitável Sra. Ministra da Educação terá dito, no âmbito da reportagem passada pela TVI, e passo a citar: "é um tribunal de Ponta Delgada, não é um tribunal de Lisboa, nem respeita à República Portuguesa.". Os Açores não são parte da República Portuguesa?! São espanhóis, porventura... Para a dita Senhora segue um recado: consta expressamente do art. 5º da Constituição da República Portuguesa que "Portugal abrange o território historicamente definido no continente europeu e os arquipélagos dos Açores e da Madeira.", sendo que o regime político-administrativo das ditas Regiões se encontra disposto na mesma Lei Fundamental, mas não está prevista (ainda) a sua não sujeição às leis estaduais e, como tal, OS TRIBUNAIS AÇORIANOS SÃO, EFECTIVAMENTE, PARTE INTEGRANTE DO SISTEMA JUDICIÁRIO PORTUGUÊS!
Deixa-me ainda mais desanimada verificar que os ditos grandes senhores deste país que poucas perspectivas de futuro me traz conseguem demostrar ainda mais ignorância que os infelizes alunos do 12º ano que, ultimamente, se têm debatido com o problema das greves, pondo em causa o resultado dos seus exames e, consequentemente o seu futuro académico. Se a educação em Portugal, a par de tantos outros aspectos, se encontra pelas ruas da amargura, sendo que tão maus resultados a nível de disciplinas tão relevantes como a Matemática e a própria Língua Portuguesa (!) se vêm agravando de ano para ano, o que dizer desta geração de governantes que, ao invés de nos (ao país, enquanto cidadãos globalmente considerados) incentivar a construir um futuro melhor, independentemente dos sacrifícios que forem necessários fazer, só nos rebaixam perante o resto da Europa, evidenciando de dia para dia a mediocridade em que nos deixámos cair? Pior, uma geração de responsáveis políticos que retira quaisquer esperanças aos jovens que, como eu, procuram ter uma voz activa no que diz respeito às opções tomadas a nível nacional e que têm importantes repercussões na sua vida, principalmente numa perspectiva a longo prazo. Esse desacreditar crescente no Estado português alia-se, infelizmente, à vergonha que sinto dos símbolos nacionais; vergonha de toda uma comunidade que continua, tal como no Estado Novo, agarrada à cultura do Fado, Futebol e Fátima e que me embaraça perante o resto do mundo quando personagens importantes se esquecem que determinadas regiões do país continuam a fazer parte do seu território e, por isso mesmo, sob a sua responsabilidade, insistindo em tratar os insulares como portugueses de segunda, meros apêndices e até um encargo para os cofres do Estado.
E se Durão Barroso fosse para a Comissão Europeia dizer que a Alemanha não é parte integrante da Europa...?



sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Mais comprinhas


Comprei mais dois livrinhos para acrescentar à minha biblioteca de gravidez/maternidade/puericultura  em formação. ;) 

Primeiro comprei este:


Depois, este:


Eu sei, eu sei que ainda é muuuuuuuito cedo! O Maridão começa a ficar assustado, com medo que eu faça alguma coisa sem ele ter conhecimento (impossível!) e depois lhe deixe cair a bomba no colo! O maninho diz que sou maluca e já estou a delirar com isto antes do tempo. Mas qual é o problema em ir adquirindo o máximo de conhecimento possível para, perante as inevitáveis informações contraditórias que vão surgir (mãe, sogra, avó, tias, livro A, B ou C), filtrar aquelas que vou tomar como certas e assumi-las como adaptáveis à minha situação? Que mal tem em preparar as coisas com a devida antecedência? Não quero ser uma grávida stressada, que corre para a mãe (ou liga para o G.O.) todas as vezes que lhe aparece um sintoma diferente; não quero ser uma recém-mamã que não sabe como dar banho ao seu bebé, alimentá-lo, vesti-lo e que por isso entra num estado de nervosismo tal que acaba por precisar de ajuda para desempenhar as tarefas mais básicas em relação ao seu filhote.

Felizmente, nessa coisa de cuidar de bebés já estou eu batida. Tenho 3 afilhados rapazes (a 4ª, que é uma menina/mulher linda, mas é afilhada do Crisma, para o caso não conta, pois eu não tinha idade para lhe conseguir mudar as fraldas quando ela precisou): um com 9 e os outros ambos com 2 anos. O mais velho, sobretudo, ficou muitas vezes aos meus cuidados. Nós os dois sozinhos das 8h30 às 18h00. Várias noites em que ficou a dormir comigo. Tardes inteiras a tentar entretê-lo. Idas à praia. Birras valentes. Portanto, mudar fraldas, dar banho, vestir, alimentar, noites mal dormidas, birras e choros não constituem problema para mim. Nem me assustam minimamente. Mas há outras coisas com que não cheguei a lidar com o mesmo pormenor com que uma mãe tem de o fazer: as otites, os dentes a nascer, as consultas no pediatra, as vacinas, as alergias, as diarreias, o controle do raio dos percentis... Logo, acho que só faz bem tentar saber o máximo sobre esse tipo de coisas para que, quando lá chegar, não fique tipo barata tonta, sem saber como agir. Sou muito independente e detesto ter que estar a pedir ajuda. Principalmente para coisas básicas. Claro que se houver necessidade de pedir conselhos, não hesitarei em fazê-lo. Felizmente há muitos profissionais de saúde na família e no rol de amigos íntimos...

Junto o útil ao agradável:  gosto muito de ler (a conta bancária é que se ressente, pois é um vício caro) e de estar devidamente preparada para cada situação, por isso, sendo cedo ou não, vou continuar a recolher toda a informação que conseguir. Gosto de saber coisas, pronto! :)

E a "biblioteca" não se vai ficar por aqui! ;) Os próximos "meninos" a virem "morar" cá para casa, pela sua inegável importância,  são:


(Nisto da comida, espero bem que saia ao papá e não à mamã, 
senão aí é que vou parar à Casa de Saúde, a julgar pelo que conta a minha mãe)



(Segundo as previsões do Maridão, este vai ser o meu calcanhar de Aquiles e 
fruto de muita discussão cá em casa. Para o evitar, adquiro
 as necessárias competências com antecedência)



(idem)


Depois, mais tarde, não me esquecerei ainda de "alojar" estes:




Tenho dúvidas ainda quanto ao Diário da Gravidez, pois também vi este que me aliciou:



Mas é que os outros dois fazem parte de uma colecção da qual já tenho este (que adorei e me deu um jeitão!):

Que se lixe! Compro-os a todos! Se não os preencher na 1ª gravidez, hei-de fazê-lo na(s) seguinte(s).

Sim, eu sei. Sou louca. Bem que vos avisei!

Desculpas para cozinhar


Nunca fui grande amante de tachos e panelas.

Primeiro, porque nem sequer gosto muito de comer (como quem me conhece pessoalmente já se deve ter apercebido)... Na verdade, sou daquelas pessoas que acham que sentar à mesa para almoçar ou jantar é uma perda de tempo e seria a primeira cliente no dia em que inventassem uma pílula capaz de substituir uma refeição. Claro que gosto de uma boa jantarada entre amigos, mas isso são situações excepcionais, em que a comida se torna mais apelativa, regada com um bom vinho tinto! :)
Segundo, porque sou muito desastrada e o processo de cozinhar sempre foi recheado de pequenos incidentes, desde deixar cair um pacote inteiro de puré de batata instantâneo no chão, deixar cair um pacote de manteiga acabadinho de abrir, esquecer-me do tacho com o arroz a cozer e depois ir dar por ele todo preto, agarrado no fundo do dito de tal forma que foram arroz e tacho directamente para o lixo.
Terceiro, nunca tive grande paciência e a minha mamã, sabendo dessa minha característica, nunca me incentivou, nem me chamou para junto dela para aprender.

O facto é que durante 5 anos vivi em Lisboa, sozinha, sem mamã a quem poder recorrer, pelo que, não podendo sobreviver de congelados e fast-food, lá me fui desenrascando. À custa dos incidentes que já referi e de algumas refeições consistindo numa simples tigela de Chocapic, é certo. Mas fartei-me de cozinhar, de seguir receitas e de inventar, também. Só que o bichinho não ficou.

Regressada aos Açores, voltei para casa dos meus pais e... eis que a necessidade de cozinhar uma vez mais se evaporou. A minha mãe é dona e rainha daquela cozinha e sempre almocei em casa dos pais do Maridão, porque fica no centro da cidade e muito próximo do meu escritório.
Contudo, desde que casei, talvez inspirada pela curiosidade e empenho do Maridão em experimentar novos pratos e passar tempo de roda do fogão, fui ganhando esse gosto também. Dediquei-me, porém, aos doces. Cá em casa, ele é que é o chef de serviço e eu sou a pasteleira. :) Bolos e tartes têm merecido a minha principal atenção, mas também me dedico a outros pratos que não a doçaria. O Maridão adora gastronomia internacional e farta-se de experimentar pratos mexicanos, italianos e tailandeses e eu, conhecendo o seu gosto por "comidas diferentes", ofereci-lhe uma vez uma colecção de 8 livros de culinária: cozinha francesa, mediterrânica, mexicana, chinesa, tailandesa, grega, peixe e marisco, wok e salteados. Gosto do jeito que ele adapta e mistura cada receita, dando largas à sua imaginação. Eu, pelo contrário, gosto de cozinhar pratos tradicionais (embora adore experimentar novos sabores), sopas, assados, pratos de frango, pratos de peixe, quiches...

Cá em casa proliferam, como já vos disse uma vez, livros de culinária. Como é óbvio não cabem todos numa gaveta de cozinha e, por isso, acabam por andar espalhados pela casa: na sala, no escritório... até no quarto, na mesinha de cabeceira do Maridão! :) Blogs e sites de culinária são coisa que também não falta nos "Favoritos" do meu computador. Não obstante, as ideias para uma refeição simples para os nossos jantares semanais às vezes escasseiam. Ou porque não descongelámos qualquer coisa previamente, ou porque vai demorar imenso tempo no forno e já é muito tarde, ou simplesmente porque não temos paciência (nesses dias normalmente McDonald's ou pizza resolvem o problema).

Para essas situações tenho normalmente um ou dois sites com receitas simples e rápidas que me iluminam o caminho, mas muito recentemente cruzei-me com esta pequena pérola: http://www.cristinavaz.com/desculpasparacozinhar/. É um livro de receitas, cujo pdf podem descarregar gratuitamente neste link. Nas palavras da sua autora, Cristina Vaz, fotógrafa de profissão, "o livro 'Desculpas para cozinhar' é um livro de receitas e um livro de fotografia, mas é principalmente uma boa desculpa para aquelas pessoas que não gostam de cozinhar e que estão sempre a arranjar desculpas para não o fazer. Eu sou uma dessas pessoas e, com este livro, quero-lhe arranjar todas as desculpas para abrir o apetite enquanto escolhe o que vai fazer para o almoço." Parece mesmo adequado a principiantes e curiosos como eu, não é? ;) Façam o download, pois o livro é uma ajuda preciosa. Decerto ajudará todos aqueles meus amigos (e ilustres leitores) que se encontram ou já encontraram numa situação de falta de inspiração culinária. Fica a dica às minhas amigas recém-mamãs (com tão pouco tempo para fazer tudo o que precisam), mulheres de carreira a cursar especialidades, meninos e meninas que, como eu, ficam a trabalhar até às 21h/22h e ainda aos meus amigos do peito que não cozinham nem sabem (querem) fazê-lo, mas decidiram (devem!) surpreender a esposa exausta cozinhando-lhe uma bela refeição caseira (esta é para ti, N.G.!).

Além de fazerem o download gratuito do livro, aconselho-vos também a guardar nos vossos "Favoritos" o respectivo blog (http://desculpasparacozinhar.wordpress.com/), cujas receitas não estão no livro e por isso vêm complementar o nosso repertório de conhecimento gastronómico. E sabem do que gosto mais neste projecto? Do facto de se tratarem de receitas para o dia-a-dia, rápidas, saborosas e sem complicações e, sobretudo, porque tanto o livro como o blog estão ilustrados com fotografias de todos os ingredientes de cada receita e do seu resultado final.

Vá, toca a colocar os aventais e seguir rumo à cozinha! E não se esqueçam de depois vir contar-me como correu. :)


Boas experiências!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Sometimes I feel this way too...

Chapadas

A pedido de inúmeras famílias, venho contar como correu a minha manhã no Tribunal. :)

Quando cheguei ao Tribunal de Família e Menores e me dirigi ao elevador para subir até ao gabinete do juiz (porque primeiro vemos sempre se há possibilidade de chegar a acordo entre as partes), deparei-me logo com uma "criatura" a descer as escadas com o seguinte aspecto: cheio de esterco, um boné de camionista, blusão de cabedal (estava sol e calor, apesar de eu hoje já ter assistido a chuva torrencial por 3 vezes), sem dentes da frente e umas mãos tão pretas que mais parecia ter andado a cavar terra (não, não reparei se tinha a unhaca do dedo mindinho).
Percebi logo que era o marido da minha cliente e que a coisa não ia correr lá muito bem (tiro-lhes logo o retrato). Não me enganei: burro que nem uma porta, ignorância mesquinha, pobreza de espírito, machismo retrógrado e alcoolismo puro (às 9h30 da manhã, que belo cheirinho a vinho de cheiro e tabaco entranhado - o meu trabalho é, de facto, muito glamouroso). Nem o juiz respeitou e fartou-se de lhe interromper o discurso num tom agressivo. Fiquei ansiosamente à espera (ia ser o ponto alto do meu dia) do momento exacto em que o juiz (que não é pêra doce e é bem conhecido por isso) o ia mandar deter por desrespeito ao tribunal (sim, já o vi fazer isso por bem menos), mas ele hoje estava especialmente paciente. Deve ter dormido bem...

O homem complicava por causa da casa, dos alimentos a pagar ao menor... queria por força "assinar" o divórcio... Conclusão: depois de eu lhe agarrar o braço (algum dia arrisco-me a levar um trambolhão) e lhe explicar de dentes cerrados que era assim que as coisas se faziam, que aquele era o procedimento normal em casos de divórcio ou então não havia acordo nenhum e teríamos que ir a julgamento fazer lavagem de roupa suja, com testemunhas parciais, designadamente os familiares dele e dela (são os meus preferidos! LOL), lá o homem disse que "lhe [a ela, esposa] dava o divórcio!". De rir! Até parece que ele ali manda alguma coisa! Acho que não sabe bem o que é um juiz e os poderes que tem...
"Dar" o divórcio, ok. Agora sair de casa é que não. Resumindo e concluindo: vão ter que continuar a viver juntos até que a Câmara Municipal decida quem é que fica com o contrato de arrendamento (é uma habitação de realojamento). No dia em que essa decisão for tomada é que eu quero ver... vai dar leilão! Mas também já não é nada comigo. A minha intervenção com aqueles dois acaba aqui.

Ah! Não me posso esquecer de vos dizer que no fim ainda tive que dar dois berros ao homem (não digo que me arrisco?) porque ele queria por força "assinar o divórcio" e dizia que não voltava ao tribunal mais vez nenhuma, que ou assinava hoje ou não assinava mais. LOL. Como é que se ultrapassa a barreira de "nada" que há num cérebro daqueles até chegar ao único neurónio funcional (aquele que ainda lhe permite ter a noção de que é para fazer chichi de pé, dormir quando tem sono, comer quando tem fome e ficar caído na valeta quando está bêbado) e se explica que não se assina nada, que a simples presença deles perante o juiz a manifestar a intenção de se divorciarem e a acordarem nos termos do mesmo é o suficiente? Que o juiz agora dá a sentença ("aquilo que aquela menina esteve lá dentro a escrever no computador", disse-lhe eu) que confirma que eles estão legalmente divorciados? Se entendeu ou não, não sei. O certo é que ainda resmungou "não me mandem chamar para mais nada disso que eu não venho". Acho que já não há remédio para pessoas assim. Por isso é que gosto mais de cães. São muito inteligentes.

Infelizmente, que é o que para aqui interessa, chapadas, chapadas, não houve. Ao menos tinha dado mais piada à coisa.

E brincando, brincando, levei 2 horas empatada naquilo! Deus me valha que a tarde ainda é longa...

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Interregno

Venho apresentar um pedido de desculpas aos meus dedicados seguidores, nomeadamente a uma querida amiga do coração ("N", this is for you, my #1 blog fan, lol), que me têm bombardeado com despautérios como: "Então essa gaja nunca mais actualiza o blog?!" (frase da tua autoria, minha querida "N".).

Bem, minha gente. Tive boas razões para a minha ausência:

1 - Fiquei bué cansada de ser má-língua e de ter andado um post inteiro (dois, na verdade) a criticar outras mulheres... Além disso, sinto que feri susceptibilidades, não só aqui, mas em determinadas reuniões sociais a que atendi. Não quero, de todo, ofender aqueles meus amigos que acham que sou "meio doida" e "demasiado crítica em relação à fotos dos outros"... ;) Não é por maldade, mas talvez porque sou demasiado conservadora e porque não gosto de coisas como manifestações de afecto (no caso, vontade de) em público ou demasiada pele à mostra. Sim, sim. Eu devo ter sido agente da PIDE noutra encarnação...
Daqui em diante esta boca não se abre a não ser para dizer coisas boas. Vou tornar-me praticamente uma freira... ;)

2- Domingo foi dia de namoro. Eu e o Maridão. Sozinhos. Paz e sossego. Muito amor. Celebrámos o nosso primeiro aniversário de casamento! E se o dia não foi inesquecível porque repleto de coisas diferentes e românticas e declarações de amor dignas de filmes que nos levam às lágrimas (essa história fica para outro post), foi acima de tudo um dia feliz! Sinto-me como se tivéssemos dado mais um passo em frente na nossa caminhada juntos. E cada vez me convenço mais de que encontrei mesmo a pessoa certa para mim, independentemente das suas falhas ou defeitos, das nossas discussões (eu tenho muito mau feitio, como já devem ter percebido) e dos dias menos bons. Não, não vou ficar lamechas... fico-me por aqui para não vos aborrecer. ;)

3- O regresso ao trabalho. O temido regresso ao trabalho! Na segunda-feira levei logo com 3 processos disciplinares para instruir, decidir e punir (bêbados do caraças!). Ontem foi dia de agarrar no que tinha ficado pendente (e no que de novo entretanto chegou) e hoje, pela primeira vez, estou a ter 5 minutinhos de pausa para vos vir aqui dar sinal de vida. Felizmente até agora este regresso tem corrido bem (batam na madeira), sem grandes sobressaltos. Até ver... Cruzes canhoto! Figas nos dedinhos, já! Amanhã logo de manhã já devo ter uma nova e hilariante história para juntar ao monte das outras que ainda hei-de compilar para escrever um livro. Tenho uma audiência de divórcio e regulação do poder paternal! Com pessoas de Água d'Alto! Wohoo! Ultimamente têm sido as melhores! Oxalá haja chapadas. É sempre de rir. Adoro a minha profissão! :D

Well, back to work que a pausa já ultrapassou o limite auto-imposto.

sábado, 3 de setembro de 2011

VMAs II

Conforme prometido, cá venho eu p'ráqui afiar a má-língua outra vez.

Continuando com a saga "carnivalesca" das vestimentas que se passearam pelo Nokia Theatre, em Los Angeles, vejam lá isto:


VANESSA HUDGENS


Uma tentativa falhada de parecer a Liza Minelli, com aquele penteado à anos 20... O decote assenta-lhe muito mal e o vestido marca-lhe a barriga. Um look demasiado silver: vestido, colar, anel, bracelete, clutch... É que, mesmo se nos abstrairmos do vestido e olharmos apenas para a cara dela, não está minimamente bonita.


SNOOKI

Não faço ideia de quem seja esta senhora, mas embora a tenha visto na lista das melhor vestidas em alguns sites, não posso deixar de dizer: too much going on! Padrão garrido, metal por cima (argolas, correntes, ou lá o que é aquilo). Vê-se que a menina apostou no dourado (por cima do vestido, nas jóias e na clutch), mas os brilho nos sapatinhos... também já é demais. Não gostei.


SAMMI GIANCOLA (JERSEY SHORE)


Tem mais cabelo que vestido. Eta, pernão! Para quê mostrar tanto?? Não desgosto do padrão, nem do design do vestido, mas decididamente fica-lhe 3 ou 4 números abaixo. As sandalinhas também não se salvam. Talvez se o vestido fosse comprido e não lhe ficasse tão apertado a ideia tivesse resultado...


SKYLAR GREY

WTF??? Camisola amarelo torrado ou ocre ou lá o que é, de meia gola, lã já gasta e larga em baixo... Jesus! As calças riscadas, com a corrente dread ...enfim! Mas o pior são mesmo as botas! Eu também gosto de parecer mais alta, mas esta quer ver se compete com a Lady Gaga. A maquilhagem vem dar-lhe um look grunge, com os olhinhos pretos e o eyeliner esborratado. Estás ainda um bocadinho confusa quanto ao teu estilo musical (porque o de vestir, não tens nenhum), não é, minha menina?


MARIA MENOUNOS


Gosto dos sapatos (muito), da cor do vestido (tenho um igual), dos acessórios, cabelo e maquilhagem. Detesto o decote! Não a favorece nada! É como se ela vestisse uma copa C e aquilo fosse copa A. Mais uma vez, um vestido 2 números abaixo. Porque a ideia do design até nem está má (gosto do drapeado, do fecho, do facto de o peito ser de outra cor e material), mas ela insistiu em caber naquele modelito...


JOJO

S&M. Dominatrix. Transparências, vinil, preto, demasiado preto (até o cabelo está exagerado). Tudo isto numa menina nascida em 1990... Só gosto dos pumps.


KIM KARDASHIAN



Repetitiva, esta rapariga! A maquilhagem é a mesma (pestanas maiores que as mamas e a boca nude) quer esteja num evento de red carpet, no seu reality show, num jantar entre amigos ou numa ida ao ginásio. Nem no dia do seu casamento variou (vejam-no aqui), embora tivesse usado 3 vestidos diferentes, todos Vera Wang (quem pode, pode!).
Quanto ao vestido, mais uma que usou e abusou do cinzento/prateado total. A idade (e a gravidade!) não perdoa e, por isso, a escolha do vestido no que toca ao decote não foi a mais acertada: já se nota um peito ligeiramente descaído. Provavelmente se o vestido tivesse as costas tapadas (sempre me disseram que ou se mostra o decote, ou se mostra as costas; o mesmo em relação ao peito e às pernas), ela poderia ter usado um soutien que lhe proporcionasse mais suporte. Quanto ao rabiosque, todos sabemos que (à boa maneira da JLo) a Kim se orgulha das suas curvas, em especial do seu bumbum proeminente. Mas de tanto mostrá-lo, a imagem já se torna gasta... Por fim, detesto o facto de a bracelete confundir-se com o tecido do vestido. Parece um punho de uma camisa, recortado do tecido que sobrou e ali destacado.


KATIE HOLMES

A nossa Mrs. Cruise está muito bonitinha, muito compostinha, muito girl next door. Adoro o look, mas não para usar num evento destes! O vestido é bonito, os botins arrasam, as cores outonais tornam-no um conjunto que eu gostaria muito de usar. Mas não o levaria vestido para uma entrega de prémios da MTV, onde todas as outras se vestiram de gala... Está tão, tão, tão... normal! Até parece que é domingo à tarde e a menina decidiu ir comer um gelado à Santini ali do Chiado, mas passou antes pela H&M para fazer umas comprinhas...


BRITNEY SPEARS




Os calções com o folhinho de chiffon, as mangas com o mesmo folho de chiffon, as lantejoulas, o cinto na anca. Britney, já passaram muitos anos desde o "Ops, I did it again!", por isso, não o faças outra vez... please! Os botins de vinil completam o conjunto (tem tudo a ver), mas não precisavam de ser peep toes e podiam ficar-lhe menos apertados nas canelas. Bem, no meio disso tudo, é de louvar o ar saudável com que finalmente aparece. Até o cabelo parece cuidado e natural (sem contar com a cor, claro; que até está um loiro bonito) e não um tufo com umas melenas coladas (leia-se extensões mal feitas) a fazer lembrar os cabelos das bonecas (ver aqui ).


JESSIE J



I'm speechless! Até as muletas tiveram que levar o "ba bling ba bling". Esta nem com todo o "money, money, money" se safa!


NIKI MINAJ

Já vos tinha falado dos filmes Manga, a propósito do fatinho de gueixa da Katy Perry (aqui). Ma esta explosão de cor (e completa loucura) ultrapassa um bocadinho o estilo Manga e resvala para o Hentai...


DEENA CORTESE (JERSEY SHORE)

Gay Parade...??
Essas meninas italo-americanas... quanto mais espalhafato. melhor!


KREAYSHAWN


Não percebo o nome, não percebo a roupa, não percebo nada... Dói-me a cabeça! :P
Hurray for Minnie!


REBECCA BLACK

Cetim e renda. Preto. Again. Gosto das sabrinas. Apenas.


BONNIE MCKEE

Lingerie (pirosa). Cor horrível. Não entendo as correntes, nem as luvas. Gosto dos sapatos, mas nunca com esta roupa. Parece tudo saído de um filme porno de fraca qualidade.


Ufa, que canseira! Criticar custa!

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